Hiperacusia
Intolerância a volumeQuando sons cotidianos se tornam insuportavelmente altos. Fisiopatologia do ganho auditivo central, avaliação com LDL e protocolos de dessensibilização sonora.
Um dia inteiro ao vivo, da fisiopatologia ao tratamento: protocolos práticos e casos clínicos reais para conduzir seus pacientes com maior segurança.
Cada condição tem fisiopatologia, diagnóstico e tratamento próprios. E é exatamente assim que vamos estudá-las.
Quando sons cotidianos se tornam insuportavelmente altos. Fisiopatologia do ganho auditivo central, avaliação com LDL e protocolos de dessensibilização sonora.
Raiva, angústia e fuga diante de sons de mastigação, respiração, cliques. Bases neurocomportamentais, diferencial com TOC e ansiedade, e manejo multidisciplinar.
O lado pouco conhecido: dor física desencadeada por estímulos sonoros. O que a literatura recente revela sobre mecanismos, avaliação e condutas terapêuticas.
Eles chegam com relatos que não aparecem na audiometria e saem sem resposta. A formação médica tradicional praticamente não toca nesses temas.
Hiperacusia, misofonia ou noxacusia? Sem critérios claros, o paciente circula entre especialidades sem resposta.
Otorrinolaringologia, psiquiatria, neurologia e fonoaudiologia precisam falar a mesma língua. Na prática, cada um trabalha isolado.
Eles chegam com artigos e dossiês na mão. Você precisa de embasamento para conduzir com autoridade.
pessoas relatam algum grau de sensibilidade sonora ao longo da vida
condições estudadas em profundidade
de imersão ao vivo com Q&A
de acesso à gravação completa
online, participe de onde estiver
Cada módulo foi desenhado para ser diretamente aplicável: você sai da imersão sabendo o que fazer com o próximo paciente.
Os mecanismos que unem e que separam hiperacusia, misofonia e noxacusia. O que acontece no sistema auditivo e límbico.
Critérios práticos, escalas validadas, anamnese dirigida e fluxo de rastreio para diferenciar as três condições com segurança.
TRT, terapia cognitivo-comportamental, dessensibilização e farmacoterapia: o que funciona, para quem e em que ordem.
Como estruturar o fluxo entre otorrinolaringologia, psiquiatria, neurologia, pediatria e fonoaudiologia para o melhor desfecho.
Análise ao vivo de casos enviados pelos participantes: o raciocínio clínico aplicado na sua frente.
O que há de mais atual na literatura internacional e o que esperar dos próximos anos nesse campo em expansão.
Otorrinolaringologista · Referência em sensibilidades sonoras
Pioneira no Brasil no estudo e tratamento das sensibilidades sonoras, a Dra. Sandra Bastos reúne mais de 15 anos de prática clínica dedicada a quem sofre com o som. Seu trabalho incansável na atualização de profissionais de saúde tem um único objetivo: pacientes mais bem compreendidos e mais bem tratados.
Fundadora do ISBO (Instituto Sandra Bastos de Otorrinolaringologia) e organizadora do Zumbido Summit, o maior congresso científico sobre zumbido do Brasil.
Das 9h às 17h, ao vivo: módulos objetivos, pausas curtas e interação o dia inteiro.
Panorama epidemiológico e por que esses quadros passam despercebidos
KeynoteBases neurofisiológicas da hiperacusia, misofonia e noxacusia
Módulo 1Anamnese dirigida, escalas validadas e fluxo de rastreio clínico
Módulo 2Fórum aberto no chat para troca entre participantes
IntervaloTRT, TCC, dessensibilização e farmacoterapia para cada condição
Módulo 3Análise interativa de casos reais enviados pelos participantes
Bônus exclusivoPerguntas ao vivo e encerramento com os próximos passos
EncerramentoSe pacientes trazem relatos de sofrimento com sons ao seu consultório, esta imersão é para você.
A linha de frente do diagnóstico
Identificação precoce em crianças
O componente central do processamento sonoro
Diferencial com TOC, fobias e ansiedade
Residentes e pós-graduandos também são muito bem-vindos: é a base ideal para começar.
O investimento pode retornar já no primeiro paciente bem conduzido. Inscreva-se em menos de 2 minutos.
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Finalmente uma abordagem séria sobre misofonia no Brasil. Saí com protocolos claros e segurança para conduzir os pacientes que antes me tiravam o sono.
Atendo crianças com sensibilidade sonora há anos sem saber nomear o quadro. O conteúdo da Dra. Sandra mudou completamente meu olhar clínico.
Como psiquiatra, sempre confundi misofonia com TOC. Depois da imersão, meu diagnóstico diferencial deu um salto. Recomendo sem reservas.
Um dia de imersão. Três condições dominadas. Protocolos prontos para segunda-feira de manhã.
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